Plano do petista inclui volta ao trabalho semana que vem
SÃO PAULO (AE) - Apenas três dias após ter sido submetido à primeira sessão de quimioterapia para combater um tumor na laringe, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstra confiança na recuperação e se diz ansioso para sair de seu apartamento em São Bernardo do Campo. Os planos dele incluem a volta ao trabalho já na semana que vem, no Instituto Cidadania. Foi o que o ex-presidente contou ontem cedo, ao telefone, na conversa com a senadora Marta Suplicy (PT-SP), em que ela o avisou de que desistira de disputar a Prefeitura paulistana em 2012.
“Olha, não aguento mais ficar em casa”, disse o presidente, segundo relato de Marta. “Na semana que vem vou para o instituto”. Pelo que ouviu, a avaliação da senadora petista é de que Lula “está ótimo, com voz ótima, falando com força”. Tanto que discordou no ato de sua sugestão de fazer-lhe uma visita no ABC: “Não, vamos marcar um almoço”, contrapôs.
Foram cinco dias, desde que o tumor na laringe foi descoberto e noticiado. Nesse intervalo, ele se recolheu à casa, seguiu as ordens médicas, saiu só para fazer a quimioterapia no Sírio-Libanês na segunda-feira... e chega. Como um leão impaciente, ele se contorce para sair da jaula. E não é só por causa dos passos adiante, ou atrás, de Marta ou do ministro Fernando Haddad. Lula não só ficou sabendo no ato como ficou “irritadíssimo”, no dizer do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com o estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que deixou o Brasil em 84º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
E enquanto o velho amigo dava conta, no Planalto, de sua sugestão de que o Governo “precisa reagir” a tal tratamento, a assessoria de Lula informava que uma reunião entre o Instituto Lula, Fiesp e a Febraban está marcada para o dia 16, sobre investimentos brasileiros na África.
“Olha, não aguento mais ficar em casa”, disse o presidente, segundo relato de Marta. “Na semana que vem vou para o instituto”. Pelo que ouviu, a avaliação da senadora petista é de que Lula “está ótimo, com voz ótima, falando com força”. Tanto que discordou no ato de sua sugestão de fazer-lhe uma visita no ABC: “Não, vamos marcar um almoço”, contrapôs.
Foram cinco dias, desde que o tumor na laringe foi descoberto e noticiado. Nesse intervalo, ele se recolheu à casa, seguiu as ordens médicas, saiu só para fazer a quimioterapia no Sírio-Libanês na segunda-feira... e chega. Como um leão impaciente, ele se contorce para sair da jaula. E não é só por causa dos passos adiante, ou atrás, de Marta ou do ministro Fernando Haddad. Lula não só ficou sabendo no ato como ficou “irritadíssimo”, no dizer do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com o estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que deixou o Brasil em 84º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
E enquanto o velho amigo dava conta, no Planalto, de sua sugestão de que o Governo “precisa reagir” a tal tratamento, a assessoria de Lula informava que uma reunião entre o Instituto Lula, Fiesp e a Febraban está marcada para o dia 16, sobre investimentos brasileiros na África.
Fonte:http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-politica/675244-lula-diz-que-nao-aguenta-mais-ficar-em-casa
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