ROSA FALCÃO
Os aposentados e pensionistas vítimas de fraude nos empréstimos consignados podem recorrer à Justiça para serem indenizados por dano moral. A facilidade das operações de crédito com desconto em folha e o compartilhamento dos dados pessoais deixa os segurados vulneráveis. Há casos de beneficiários que são surpreendidos com o desconto no contracheque sem ter feito o empréstimo. Foi o que aconteceu com a pensionista Midian Martins da Silva Brito, que foi lesada e recorreu ao Judiciário contra o INSS e o banco Santander para ter o dinheiro de volta. Ela conseguiu uma liminar garantindo a indenização no valor de R$ 4 mil.
A pensionista conta que precisava de um empréstimo no valor de R$ 2.500 para quitar outro financiamento e começou a pesquisar. Midian pediu uma simulação por escrito no Banco Santander, onde recebe a pensão, e forneceu o número do seu benefício. Um mês depois recebeu uma ligação informando sobre a liberação do dinheiro. “Eu não autorizei e quando fui tirar o meu dinheiro da pensão já estava o desconto de R$ 148,50”.
Ela conta que procurou o banco para pedir a suspensão do empréstimo, mas até hoje tem a pensão descontada. O mais grave no caso é que o funcionário do banco renegociou o empréstimo antigo com juros elevados. Pela operação realizada, a pensionista terá que pagar R$ 148,50 em 60 parcelas até setembro de 2017. A dívida com o banco é de R$ 4.447,97 incluindo juros e encargos.
“Me senti lesada e prejudicada. Por isso resolvi ir à Justiça procurar os meus direitos. Devia ter mais garantias para os aposentados e pensionistas”, reclama. Midian entrou com uma ação na Justiça Federal de Pernambuco pedindo a anulação da dívida, a devolução dos valores pagos, a suspensão dos descontos e o dano moral. O juiz da 14ª Vara Federal José Moreira da Silva condenou o INSS e o Santander pelo lançamento indevido e determinou o pagamento da indenização de R$ 4 mil.
O Diario procurou o Banco Santander para comentar o caso, mas até o fechamento da edição não obteve posicionamento. A Superintendência Regional do INSS em Recife evitou comentar a decisão judicial porque ainda cabe recurso das duas partes. O chefe do serviço de administração de informações de segurados, Olacir Lucheta, diz que o segurado que se sentir lesado deve procurar a Agência da Previdência Social à qual está vinculado para pedir a suspensão do empréstimo indevido.
A pensionista conta que precisava de um empréstimo no valor de R$ 2.500 para quitar outro financiamento e começou a pesquisar. Midian pediu uma simulação por escrito no Banco Santander, onde recebe a pensão, e forneceu o número do seu benefício. Um mês depois recebeu uma ligação informando sobre a liberação do dinheiro. “Eu não autorizei e quando fui tirar o meu dinheiro da pensão já estava o desconto de R$ 148,50”.
Ela conta que procurou o banco para pedir a suspensão do empréstimo, mas até hoje tem a pensão descontada. O mais grave no caso é que o funcionário do banco renegociou o empréstimo antigo com juros elevados. Pela operação realizada, a pensionista terá que pagar R$ 148,50 em 60 parcelas até setembro de 2017. A dívida com o banco é de R$ 4.447,97 incluindo juros e encargos.
“Me senti lesada e prejudicada. Por isso resolvi ir à Justiça procurar os meus direitos. Devia ter mais garantias para os aposentados e pensionistas”, reclama. Midian entrou com uma ação na Justiça Federal de Pernambuco pedindo a anulação da dívida, a devolução dos valores pagos, a suspensão dos descontos e o dano moral. O juiz da 14ª Vara Federal José Moreira da Silva condenou o INSS e o Santander pelo lançamento indevido e determinou o pagamento da indenização de R$ 4 mil.
O Diario procurou o Banco Santander para comentar o caso, mas até o fechamento da edição não obteve posicionamento. A Superintendência Regional do INSS em Recife evitou comentar a decisão judicial porque ainda cabe recurso das duas partes. O chefe do serviço de administração de informações de segurados, Olacir Lucheta, diz que o segurado que se sentir lesado deve procurar a Agência da Previdência Social à qual está vinculado para pedir a suspensão do empréstimo indevido.
Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2012/02/16/economia3_0.asp
Nenhum comentário :
Postar um comentário