O pré-candidato a prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o vereador Robson Leite (PT), pretende fazer o que chamou de “caça a funcionários-fantasma” na Prefeitura do município. Nesta semana, ele deu entrada em um projeto de lei na Câmara Municipal para implantar ponto biométrico para o controle de freqüência nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e fundacional do Executivo.
“Acho que a iniciativa vai moralizar a gestão. Vai ser, no mínimo, curioso ver secretarias que têm 400 nomeados e só possuem 20 cadeiras funcionando”, ironizou o petista. Com o ponto biométrico, os funcionários precisam usar impressão digital para marcar o ponto eletrônico, o que diminuiria a falta de funcionários. Segundo ele, existem mais de 2.500 funcionários comissionados na atual gestão, mas que é impossível calcular quantos efetivamente participam da gestão.
“É isso que pretendemos saber. O Ministério Público já recebeu várias denúncias, mas é difícil controlar”, afirmou. Segundo ele, caso o projeto não seja aprovado pela Câmara - que possui base governista mais densa que a oposição - ele vai buscar apoio do Ministério Público e ao Tribunal de Contas. “Estes órgãos pode recomendar que o prefeito aceite o projeto”, explicou Robson.
Em visita à redação da Folha de Pernambuco, ontem, o petista aproveitou para alfinetar a gestão do prefeito Elias Gomes (PSDB). “Não queremos dificultar a gestão. Questionamos o fato de que, em ano eleitoral, tudo se transforma para a máquina. Eles usam cargos comissionados como moeda de troca”, afirmou. Leite, que nas últimas pesquisas apareceu com poucos pontos percentuais, disse que pretende levar a eleição já no primeiro turno. “Na última eleição, Elias foi eleito falando mal da gestão anterior. E agora? Ele vai falar da dele?”, questionou, acrescentando que o tucano não cumpriu promessas de campanha.
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“Acho que a iniciativa vai moralizar a gestão. Vai ser, no mínimo, curioso ver secretarias que têm 400 nomeados e só possuem 20 cadeiras funcionando”, ironizou o petista. Com o ponto biométrico, os funcionários precisam usar impressão digital para marcar o ponto eletrônico, o que diminuiria a falta de funcionários. Segundo ele, existem mais de 2.500 funcionários comissionados na atual gestão, mas que é impossível calcular quantos efetivamente participam da gestão.
“É isso que pretendemos saber. O Ministério Público já recebeu várias denúncias, mas é difícil controlar”, afirmou. Segundo ele, caso o projeto não seja aprovado pela Câmara - que possui base governista mais densa que a oposição - ele vai buscar apoio do Ministério Público e ao Tribunal de Contas. “Estes órgãos pode recomendar que o prefeito aceite o projeto”, explicou Robson.
Em visita à redação da Folha de Pernambuco, ontem, o petista aproveitou para alfinetar a gestão do prefeito Elias Gomes (PSDB). “Não queremos dificultar a gestão. Questionamos o fato de que, em ano eleitoral, tudo se transforma para a máquina. Eles usam cargos comissionados como moeda de troca”, afirmou. Leite, que nas últimas pesquisas apareceu com poucos pontos percentuais, disse que pretende levar a eleição já no primeiro turno. “Na última eleição, Elias foi eleito falando mal da gestão anterior. E agora? Ele vai falar da dele?”, questionou, acrescentando que o tucano não cumpriu promessas de campanha.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/edicaoimpressa/arquivos/2012/Marco/10_03_2012/0059.html
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