O Procon/Recife divulgou ontem balanço das fiscalizações nas agências bancárias da capital pernambucana. Os 18 bancos visitados pela equipe do órgão foram notificados e multados por não obedecer à legislação municipal no que se refere a instalação de itens de segurança. As multas variam de R$ 1 a 10 mil.
O prazo para que as instituições bancárias apresentem sua defesa se encerra em dez dias. Até a tarde de ontem, 15 já haviam se justificado, mas nenhuma resposta foi considerada satisfatória pela equipe do Procon. Os bancos podem recorrer à segunda instância que é o Conselho de Revisão Administrativa da Prefeitura do Recife.
Para a diretora do Procon/Recife, Cleide Torres, as defesas dos bancos são incongruentes e não apresentam razões suficientes para que as instituições não instalem os equipamentos de segurança previstos em lei. A diretora asseverou que a fiscalização encontrou exemplos gritantes de desrespeito à vida de clientes e funcionários.
"Encontramos bancos que não possuíam sequer portas giratórias equipadas com detectores de metal. O pior é que priorizamos a fiscalização nas agências assaltadas recentemente e, apesar das ocorrências criminosas, nenhuma medida de segurança foi adotada", explicou a diretora.
A fiscalização nos bancos do Recife foi iniciada depois de uma onda de assaltos nos dois primeiros meses do ano, com 12 ocorrências em todo o Estado.
O prazo para que as instituições bancárias apresentem sua defesa se encerra em dez dias. Até a tarde de ontem, 15 já haviam se justificado, mas nenhuma resposta foi considerada satisfatória pela equipe do Procon. Os bancos podem recorrer à segunda instância que é o Conselho de Revisão Administrativa da Prefeitura do Recife.
Para a diretora do Procon/Recife, Cleide Torres, as defesas dos bancos são incongruentes e não apresentam razões suficientes para que as instituições não instalem os equipamentos de segurança previstos em lei. A diretora asseverou que a fiscalização encontrou exemplos gritantes de desrespeito à vida de clientes e funcionários.
"Encontramos bancos que não possuíam sequer portas giratórias equipadas com detectores de metal. O pior é que priorizamos a fiscalização nas agências assaltadas recentemente e, apesar das ocorrências criminosas, nenhuma medida de segurança foi adotada", explicou a diretora.
A fiscalização nos bancos do Recife foi iniciada depois de uma onda de assaltos nos dois primeiros meses do ano, com 12 ocorrências em todo o Estado.
Fonte: Jornal do commercio
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