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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Segunda parte da Entrevista com o Presidente do PT de Jaboatão dos Guararapes Hamilton Alexandre

Dando continuidade a uma série de entrevistas que os blogs do Roberto Santos e Conexão Meio Ambiente estão fazendo divulgamos a segunda parte da entrevista do Presidente do PT de Jaboatão dos Guararapes, Hamilton Alexandre.
Blog do Roberto/Conexão Meio Ambiente: Hoje se pode dizer com toda certeza que Robson Leite é Pré-Candidato a Prefeito de Jaboatão pelo PT? Qual o seu posicionamento a respeito?

Hamilton – Sim. Robson Leite é nosso pré-candidato a prefeito, ele vem pleiteando a legenda e fazendo um trabalho para viabilizar-se, indo às comunidades, conversando com as pessoas, acho que atualmente é o pré-candidato que mais circulou por toda cidade, tem sido importante sua candidatura como alternativa ao atual governo e também pela sua importância para o crescimento do PT em Jaboatão.

Blog do Roberto/Conexão Meio Ambiente: Qual é o instrumento para tentar encontrar um meio termo entre os interesses do governador e do partido?

Hamilton – O governador Eduardo Campos é o condutor do processo por ser a liderança maior da Frente Popular de Pernambuco, mas ele tem seu partido que ó PSB, é natural que cada sigla deseje seu crescimento e cada uma tem suas estratégias, eles tem as deles e nós temos a nossa, o fato de estarmos no mesmo governo não quer dizer que cada um não tenha caminhos próprios, somos aliados no que diz respeito a um projeto de governo que tem pontos em comum não só aqui em Pernambuco como no país e que vem ajudando o Brasil e Pernambuco a crescer e diminuir as desigualdades sociais e disso não abrimos mãos nem nós do PT nem o PSB do governador. Portanto não vejo conflito, principalmente aqui em Jaboatão cada um buscará seu crescimento, isso não quer dizer que não haja diálogo, estranho é se não houvesse já que estamos no mesmo campo.

Blog do Roberto/Conexão Meio Ambiente:Os filiados do PT em Jaboatão recebem uma formação política onde o Meio Ambiente é trabalhado? Ou o PT é um partido desenvolvimentista que não se preocupa com a questão ambiental?

Hamilton – A política de meio ambiente está presente no PT sim e é estratégica, pois sabemos que disso depende o futuro das próximas gerações, é preciso claro encontrar a maneira adequada de conciliar desenvolvimento e a preservação do meio ambiente e os governos do PT tem dado uma boa contribuição neste campo é só pesquisar os dados do desmatamento e à aplicação da nossa política ambiental. Nós do PT Jaboatão temos também a mesma preocupação com a questão ambiental da nossa cidade e isto estava presente no nosso plano de governo de 2008 com André Campos, temos sim falhas ao não promovermos as discussões setoriais que debata os problemas locais, mais isso não quer dizer que não estamos atento, fomos nós do PT que promovemos através do vereador Robson Leite em 2011 a audiência pública que trata da lagoa olho D’Agua , pode ter a certeza que em qualquer planejamento para a cidade esse tema será tratado com toda importância para Jaboatão.

Blog do Roberto/Conexão Meio Ambiente: Deixamos o Presidente livre para suas considerações finais.

Hamilton – Quero agradecer e parabenizar o Blog Conexão Meio Ambiente e o Blog do Roberto Santos que vem contribuindo com a discussão política na nossa cidade. O PT Jaboatão vem ao longo de sua existência contribuindo para melhorar a política em nosso município, discutindo e questionando os problemas da cidade, sendo o partido que mais se colocou a disposição do eleitorado como alternativa de governo e vamos insistir para que Jaboatão experimente o modo petista de governar, que vem sendo aprovado no país com os governos Lula/Dilma e em Pernambuco com o nosso apoio ao governo Eduardo Campos que estar fazendo Pernambuco crescer, gerar empregos e melhorar os índices sociais do nosso estado. O PT entende que Jaboatão não mudou o que vemos é apenas remendos e não um projeto estruturador que desenvolva a cidade e melhore a vida da nossa população, pergunto o que há de novo com governo Elias Gomes PSDB/DEM que trouxe o cabo para governar Jaboatão e que repete o velho projeto familiar repetido por governantes anteriores em Jaboatão, o pai que se elege e depois ajuda o filho a se eleger, esse filme já vimos aqui, quais são as suas políticas sociais que combata os enormes bolsões de pobreza que temos?, Qual a sua política de geração de emprego e renda? Porque Jaboatão não atrai novas indústrias que gere emprego? Somos um dos municípios com menor índice de saneamento básico do país, não é só recapear ruas e pintar meios fios, isso só não resolverá os graves problemas de micro e macro drenagem que causam alagamentos e penaliza principalmente as comunidades mais carentes. Defendíamos e defendemos que só um governo alinhado com os governos estaduais e federais e com uma aliança estratégica com demais partidos farão as mudanças estruturadoras que nossa cidade precisa e este governo é oposição ao governador Eduardo Campos e ao governo Dilma, portanto não reúne as condições políticas para viabilizar um projeto estruturador que prepare a cidade para o presente e para os grandes desafios do futuro. Caberá a nós da oposição levar o debate à população e a ela refletir e decidir se já não é a hora de Jaboatão mudar de verdade.

Fonte:http://blogdoroberto58.blogspot.com/2012/01/segunda-parte-da-entrevista-com-o.html

CNB admite prévias no PT

Aline Moura

A maior tendência do PT no estado, conhecida como Construindo um Novo Brasil, é quem deve definir o nome do candidato do partido à Prefeitura do Recife. O grupo, atualmente liderado pelo senador Humberto Costa e coordenado pelo ex-vereador Dilson Peixoto, deixou claro, ontem, que tem cerca de 40% do diretório municipal e não vai aceitar a imposição de nomes, como aconteceu em 2008. Segundo Dilson, a escolha do prefeiturável passa pela construção da unidade. Caso contrário, o único caminho será a realização de prévias.

A eleição interna no PT foi admitida por Dilson de forma explícita pela primeira vez, em entrevistas em rádios e jornais. Embora nenhum petista tenha se colocado claramente como opção ao nome do prefeito João da Costa, Dilson Peixoto frisou que sua tendência não se definiu por João da Costa ou qualquer outro nome. E isso significa, em outras palavras, que o prefeito não tem 2/3 do diretório municipal, como seus aliados enfatizavam.


Peixoto lembrou que, em 2008, os deputados federais Maurício Rands e Pedro Eugênio abriram mão de disputar a prefeitura, porque o então prefeito João Paulo tinha maioria no diretório, força política e popularidade. “Naquela época, seria dar murro em ponta de faca lançar um outro candidato, o indicado foi ele e acabou. Agora, o prefeito pode ter a maioria, mas não tem 2/3 do diretório. Então, ele precisa construir um acordo. Agora, bater na mesa não adianta”, afirmou.


As declarações de Dilson Peixoto foram dadas dois dias depois de o prefeito participar de uma plenária, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife, e explicar, entre outros pontos, que não estava traindo o projeto do PT. A postura teria provocado desconforto na CNB porque Humberto havia feito um acordo com João da Costa para que não houvesse mais troca de farpas pelos jornais.


Humberto não quis falar, ontem, sobre as declarações dadas pelo prefeito no sábado passado. “Vou manter o acordo”, afirmou. Já o prefeito também botou panos mornos. “Na plenária, falei 40 minutos sobre a gestão e um minuto sobre o assunto (traição). Falei porque estava num debate interno, com a militância do PT. Hoje (ontem) não vou falar (sobre a posição de Dilson)”.


Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2012/01/31/politica4_0.asp

A volta às aulas e aos engarrafamentos

Diario de Pernambuco
Por Tânia Passos

Contagem regressiva para a volta às aulas e caos no trânsito. Os alunos da rede particular de ensino começam as aulas nesta quarta-feira. Em todo o estado são cerca de 400 mil alunos da rede particular. Para se ter uma ideia do impacto da volta às aulas no trânsito do Recife há um decréscimo, no período de férias, de 230 ônibus e cerca de 200 mil carros. Tudo isso de volta às ruas.

Já a rede pública retorna às atividades no dia 6 de fevereiro, sendo 810 mil alunos da rede estadual, dos quais 199 mil estão na Região Metroppolitana do Recife e 151 mil alunos da rede municipal de ensino da capital pernambucana.

Com o fim do período de férias, os motoristas terão que se reacostumar a sair mais cedo de casa para o trabalhar. De Boa Viagem para o centro da cidade, quem gasta de 20 a 30 minutos, agora vai gastar de 40 a 50 minutos, se não houver nenhum acidente, protesto ou interdição de via. “Estava uma maravilha, mas já vi que terei que sair pelo menos meia hora antes para não me atrasar”, contou o advogado Paulo Roberto Souza, 53 anos.

Há pelo menos três grandes pontos de conflitos que impactam mais com o início das aulas no entorno das 11 maiores escolas do Recife. “Rui Barbosa, Dom Bosco e Boa Viagem”, revelou o gerente de educação de trânsito da CTTU, Francisco Irineu. O Recife tem atualmente uma frota de 570 mil veículos, mas na Região Metropolitana esse número já é de mais de 1 milhão de veículos.

De acordo com o diretor de operações de trânsito da CTTU, Agostinho Maia, não há uma pesquisa do número exato de carros que deixam de circular no período de férias. A estatística da CTTU é baseada no registro das lombadas eletrônicas, onde se compara o tráfego no período normal de aulas com o do período de férias.

Para se ter uma ideia, na Avenida Domingos Ferreira, a lombada eletrônica registra uma média de 56 mil veículos por dia, nos dias normais e nas férias o tráfego na via cai para 40 mil veículos. Já na Avenida Norte, em dias normais o tráfego é de 40 mil veículos e cai para 29 mil nas férias. “A gente precisa levar em conta não apenas a frota da capital, mas também a circulante que é de cerca de 900 mil carros”, afirmou Agostinho Maia.

Ontem, por volta das 16h, o trânsito na Avenida Agamenon Magalhães fluia normalmente, mas a via é uma das que mais impactam com a volta às aulas. Na Rui Barbosa, que tem uma média de 23 mil carros circulando, nas férias cai para 16 mil. Mas ontem a via já estava engarrafando no período da tarde. A professora Juliana Mendes, 36 anos, já está esperando o pior. “Normalmente já é complicado e quando e no período de aulas é mais engarrafamento na certa”, revelou.

O advogado Edmílson Francisco da Silva, 53 anos, não leva mais os filhos na escola, mas conhece bem essa rotina. “Hoje eles já estão crescidos, mas já fiz muito isso e posso dizer que o estresse não é só de quem está no trânsito. Para os pais que precisam pegar os filhos na escola e não tem onde estacionar é também estressante”, ressaltou.

Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/mobilidadeurbana/index.php/2012/01/a-volta-as-aulas-e-aos-engarrafamentos/