segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Associação de Moradores reclama da falta de espaço em Barra de Jangada


Idosos em atividades físicas na Associação no prédio do CSU, em Barra deJjangada

Presidente diz que salas cheias de entulho poderiam estar servindo para novos projetos e beneficiando toda a comunidade

Os frequentadores das atividades desenvolvidas na Associação de Moradores do Conjunto Praia do Sol, em Barra de Jangada estão com um problema para dar seguimento às suas atividades: Está faltando espaço no local onde a Associação está instalada, o prédio da CSU. Segundo o atual presidente da associação, Marcionilo Guimarães, muitos projetos estão em andamento. Foram procurados o Consulado Britânico, a Fundação Bradesco e outras ONGs para parcerias, mas o salão utilizado no prédio do Centro Social Urbano ficou muito pequeno. 

 Funcionam ali, hoje, projetos de ginástica para a terceira idade, aulas de balé, violão e canto, capoeira e cursos de reciclagem, atendendo cerca de 300 pessoas.

No local funciona também um posto de saúde, instalado sete anos depois de criada a associação, segundo Marcionilo Guimarães, que diz que algumas salas ocupadas antigamente pelo posto hoje estão inoperantes, servindo apenas como depósitos de material inservível. Estas salas foram requeridas para a associação desde maio, mas segundo Marcionilo, ainda não foram disponibilizadas, “apesar de se tratar de um Centro Social Urbano, criado no governo Arraes para atender as necessidades comunitárias e de organização do povo. A associação está lá há 27 anos”, garante o presidente. Uma das salas, garante ele, serviria para a instalação de uma unidade de fisioterapia para idosos, e que o projeto já conta com a voluntária  Dra Raylene Acássia Pires de Araújo.

Sala da CSU. Foto Associação de Moradores Conjunto Praia do Sol


Marcionilo conta que ao solicitar permissão para o uso das salas foi informado que deveria se dirigir ao gerente regional dos Centros Sociais Urbanos em Jaboatão, Edvaldo Lima Filho. Assim em maio deste ano, e o responsável autotizou de próprio punho, no ofício a ele encaminhado, o que não foi aceito pela direção do posto de saúde. O presidente da Associação diz que, não sendo mais atendido pelo gerente, procurou a Laura Gomes, Secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, do governo estadual. Foi então determinada uma vistoria no prédio do CSU. Após a visita ao local, declara Marcionilo que “Estranhei, pois recebi, por e-mail, uma declaração da superintendente Solange Maria Souza Filho dizendo que o prédio tinha sido cedido à municipalidade”.

“Agora estamos em um impasse”, diz Marcinilo Guimarães. Queremos a compreensão das secretarias às quais foi repassada a responsabilidade sobre o CSU, pois mais de 300 pessoas utilizam o local e se preciso for, vamos todos em passeata aos Palácios dos governos estadual e municipal, pois a Associação nasceu junto com o CSU”, promete Guimarães.


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