sexta-feira, 31 de maio de 2013

Vereador Destaque Jaboatão: Robson Leite com 21 % dos votos é o primeiro até agora na enquete destaque do ano, seguido de Sampaio e Neco


Ainda no início da enquete com apenas algumas poucas horas de ter iniciada, o Vereador do PT Robson Leite começa a liderar, mesmo que com pouca diferença. Robson está empatado com Nenhum Vereador é Destaque..


Robson Leite com 21%

Neco e Sampaio com 14 % das intenções de Voto


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Câmara dos Vereadores do Jaboatão tem o seu Geraldo Júlio. “Foi Robson Leite quem fez”



Um fato muito comentado ontem no almoço com a imprensa do Jaboatão, o poder legislativo e o Executivo municipal foi conhecermos o Geraldo Julio da Câmara. Segundo um dos presentes o Vereador Robson Leite é o Vereador que mais apresenta Projeto e requerimento na Câmara, o número é tão grande que se as sessões fossem para apreciá-los poderia dizer que quase todos foram feitos por ele, por isso a expressão que surgiu e que hoje seus para brincam. “Foi Robson quem fez”. Qualquer assunto que vão tratar, os vereadores em tom de brincadeira os pares diz; isso foi Robson quem fez, é o Geraldo Júlio de Jaboatão.


Fonte:http://blogdoroberto58.blogspot.com.br/2013/05/camara-dos-vereadores-do-jaboatao-tem-o.html

Gurgel deve se aposentar ao deixar PGR em agosto


Embora não tenha definido se permanece no Ministério Público, o procurador-geral adianta que não há possibilidade de ingressar na advocacia privada (Foto: José Cruz/ABr)











Agência Brasil (Brasília) – Prestes a deixar a chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR) após quatro anos de mandato, Roberto Gurgel disse que deverá se aposentar em seguida. Caso a opção se confirme, o procurador, de 58 anos, antecipará em mais de dez anos a data-limite para sair do serviço público, que é 70 anos. Gurgel deve ficar no cargo até o dia 15 de agosto.

“Estou examinando, mas provavelmente [a opção] é que realmente eu aposente”, disse, durante intervalo da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta tarde. Se permanecer no Ministério Público, Gurgel se juntará a outros 61 subprocuradores-gerais da República com atuação no Supremo, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Embora não tenha definido se permanece no Ministério Público, o procurador-geral adianta que não há possibilidade de ingressar na advocacia privada. Esse foi o destino de seu antecessor, Antonio Fernando de Souza. Ao deixar o cargo em 2009, o autor da denúncia da Ação Penal 470 se aposentou e abriu um escritório de advocacia. 

Quanto ao andamento do processo do mensalão, Gurgel acredita que seu sucessor seguirá a mesma linha de acusação dos últimos dois mandatos, pois acredita que o trabalho do Ministério Público deve ser marcado pela impessoalidade. “Não vejo qualquer motivo para que os réus comemorem minha saída, pois acho que o trabalho terá continuidade”, avalia.

A nomeação do novo procurador-geral é uma livre escolha da Presidência da República, que ainda não fez a indicação. No mês passado, a entidade de classe da categoria preparou lista tríplice com os três candidatos mais votados pelos profissionais da área. A lista é encabeçada pelo subprocurador-geral Rodrigo Janot.

Gurgel disse que não há processos ou denúncias específicos que pretenda priorizar nos últimos dias de atuação no STF. “O esforço que já estou fazendo, que vou continuar fazendo, é tentar deixar o estoque, o menor possível, para quem venha me suceder”.


Joaquim Barbosa defende fim da Justiça Militar

Mesmo assim, STM anunciou construção de nova sede (Foto: Reprodução/Internet)














Depois que o presidente do Superior Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa, questionou o fim da Justiça Militar da União (JMU), o CNJ entrou em ação e criou um grupo de trabalho para avaliar a real necessidade desse órgão para o país.

O advogado especialista em direito militar entrevistado pela reportagem do Contas Abertas, Diógenes Gomes, compactua com a mesma opinião do presidente do STF. “Dos 15 ministros do STM, apenas cinco são civis e somente estes são formados em advocacia. Muitas vezes os processos acabam no senso comum, no senso de justiça de cada um”, expõe.

O especialista afirmou ainda que o número de processos atrelados a essa esfera é baixo e que os Tribunais Federais poderiam suprir essas necessidades com pequenas mudanças, como turmas compostas por magistrados especializados em processos militares.
Toda discussão a esse respeito começou depois do julgamento de um processo administrativo contra dois juízes do Tribunal Militar de Minas Gerais, que perderam o prazo para julgar 274 que Com isso, os processos não puderam ser julgados e os réus não terminaram sem punição.

Sem perder tempo, o presidente do STM, general Raymundo Nonato de Cerqueira, rebateu as críticas do ministro do STF. “Quem fala em extinção é o Congresso Nacional, e nem em 1988, após a ditadura, e em um clima de revanchismo, isso foi discutido”, afirmou.

CONSTRUÇÃO

Apesar de ter os trabalhos questionados pelo próprio Judiciário, o Superior Tribunal Militar (STM), anunciou que a principal Corte da Justiça Militar está se preparando para construir uma nova sede em Brasília, onde já foram orçados até o momento R$ 4 milhões para edificação do futuro prédio.

Em nota publicada, a assessoria do STM justificou que o empreendimento é necessário em razão da inserção de novas unidades na estrutura do STM.


PL que aumenta pena para tráfico segue para Senado


A Câmara dos Deputados concluiu a votação do Projeto de Lei (PL) que muda o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad), na noite da última terça-feira (28), para definir as condições de atendimento aos usuários, diretrizes e formas de financiamento das ações de combate às drogas.

A proposta agora segue para o Senado Federal. Na semana passada, foi aprovado na Casa o texto principal do projeto, que foi apresentado pelo relator deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL).
O PL é de autoria de Osmar Terra, deputado pelo PMDB do Rio Grande do Sul. Ele prevê o aumento da pena para o tráfico, que passa de cinco para oito anos, a possibilidade de internação involuntária de usuários a pedido da família e de agentes públicos, além da isenção fiscal às empresas que empregarem dependentes químicos que estão em recuperação.

Segundo o peemedebista, o PL foi modificado para estabelecer que a internação involuntária possa ocorrer a pedido da família e com recomendação médica. No caso de ausência de parentes, poderá ser requerida por agente da área social, também depois de avaliação médica, pelo prazo de 90 dias, para a desintoxicação do dependente químico.

Os deputados também aprovaram emenda do deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) que estabelece como nova competência da União a criação de uma política nacional de controle de fronteiras para coibir o ingresso de drogas no País.

Por outro lado, os parlamentares rejeitaram destaque do PT que pretendia excluir do texto a possibilidade de deduzir do Imposto de Renda da Pessoa Física doações a projetos estaduais de atenção ao usuário de drogas. Também foi rejeitado outro destaque dos petistas que pretendia excluir do texto o artigo que faz mudanças nas penas.


Congresso deve votar hoje “Estatuto do Concurso”


Nos últimos anos, os concursos públicos viraram uma febre no Brasil. Com o objetivo de regulamentar as seleções públicas, deve ser votado nesta quarta-feira (29), no Congresso Nacional, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 74/2010 que trata justamente dessa pauta e visa a ampliar a segurança dos concurseiros e regulamenta a igualdade nos processos de contratações.

Após quase três anos engavetado, o “Estatuto do Concurso Público”, como está sendo chamado em Brasília, pretende criar uma lei que oriente os processos seletivos de servidores públicos empregados na União, nos estados e nos municípios.

Um dos pontos mais polêmicos da discussão é o fim dos concursos exclusivos para formação de cadastro reserva. Se aprovado, todos os órgãos públicos terão a obrigação de só lançar um concurso com previsão para contratação e não mais para cadastro de reserva.

O PLS também prevê a publicação dos editais com pelo menos 90 dias antes da data de aplicação das provas. O texto também quer garantir a nomeação dos selecionados dentro do número de vagas previsto.

“Ele garantirá os princípios de transparência e de igualdade (entre os candidatos, o princípio da isonomia), impondo regras claras e gerais. O projeto pode resguardar o sigilo das provas, responsabilizando, em caso de fraudes, os culpados de forma civil e criminal”, explicou ao Correio Braziliense, o relator do texto, senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF).

Se o PLS for aprovado sem recursos nesta quarta-feira (29), segue para tramitação na Câmara dos Deputados.


Demanda por energia volta a crescer em abril


Agência Brasil (Rio de Janeiro) – O aumento do consumo nos setores residencial e de comércio e serviços no mês passado fez a demanda de energia elétrica crescer 1,6% após a queda de 0,5% registrada em março. O consumo cresceu também em relação a abril do ano passado, informou a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada hoje (29), pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Segundo a resenha, em abril, foram demandados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) 38.589 gigawatts-hora (GWh).

O consumo nas residências, que, em março, havia crescido apenas 0,9%, aumentou 3,7% em abril, na comparação com abril do ano passado. A expansão nas regiões Norte e Nordeste foi destaque. O segmento do comércio e serviços, que cresceu 1,4% em março, fechou abril com aumento de 2,6% na demanda em relação a igual mês de 2012, influenciado pelo desempenho das regiões Sul e Sudeste.

A indústria manteve o patamar de consumo de abril do ano passado, fechando o mês sem registrar variação de consumo. No acumulado do ano, o consumo total subiu 2,9%, com queda em relação aos 3,5% dos 12 meses imediatamente anteriores e destaque para o mercado livre, que teve expansão de 5,6%.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

As manchetes dos jornais do Brasil e do mundo


Folha de Pernambuco
Sinais vão funcionar quando faltar luz

Diario de Pernambuco
Assembleia corta pessoal e fará concurso

Jornal do Commercio
Cobertura maior para plano de saúde

Folha de S. Paulo
Câmara aprova aumento de pena para traficante

Agora S. Paulo
Patrão poderá ganhar grana se empregada pedir demissão

O Estado de S. Paulo
BC não age e dólar chega a R$ 2,07, o mais alto do ano

O Globo
Hora da privatização: Leilão do Galeão começará com exigência de R$ 9,7 bi

Valor Econômico
Governo eleva pedágios de rodovias em licitação

Correio Braziliense
Aposta em doutores faz a UnB subir em ranking

Estado de Minas
Adeus, carros barulhentos

Zero Hora
Soja puxa reação das exportações gaúchas

Brasil Econômico
Percepção de inflação é maior que os índices

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Preços de imóveis têm alta nos EUA

The Washington Post (EUA)
Economia mostra resistência

El País (Espanha)
Europa lança plano de emergência para combater desemprego de jovens

Clarín (Argentina)
Cresce o conflito na Província: greve de docentes segue hoje e amanhã


Goiana é motivo de preocupação

Por Amanda Claudino
Da Folha de Pernambuco
Um estudo apresentado ontem pelo Centro de Pesquisa Aggeu Magalhaes/Fiocruz revelou que Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado, não está pronta para receber os grandes investimentos que já estão se instalando por lá. Enquanto de um lado figuram os altos investimentos nos polos automotivo, farmacoquímico e vidreiro, faltam, no município, infraestrutura, educação e saúde. Além disso, existe a preocupação com o aumento da violência e da população com a chegada de trabalhadores até de outros estados. Prova de que, mesmo com os aportes de mais de R$ 8,3 bilhões capitaneados pela Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), Fiat e Companhia Brasileira de Vidros Planos (CBVP), o desenvolvimento sustentável da região não está garantido.

Evento serviu para mostrar que investimentos estão chegando, mas é preciso encontrar soluções para os problemas (Foto: Hesíodo Góes)

A Análise Participativa da Realidade Socioambiental de Goiana, financiada pela Hemobrás, privilegiou duas das cinco dimensões do desenvolvimento sustentável: a Ambiental e a Sociocultural. Para ser feito, agregou técnicas formais com a participação dos atores sociais do município, entre empresas, gestão pública e a própria população – dividida em 13 núcleos territorias -, “valorizando a identidade cultural e socioambiental de cada uma”, explicou a coordenadora Geral da pesquisa, Tereza Lyra. “Estamos vivendo um momento de transição entre os conceitos de crescimento econômico e desenvolvimento sustentável. Não basta ter um PIB (Produto Interno Bruto) grande se a grande maioria das pessoas não compartilha disso”, avaliou a professora da Universidade Federal de Pernambuco e sócia da Ceplan, Tânia Bacelar.

Entre os dados destacados no estudo, há o fato de que, hoje, 46,9% da população goianense estão inscritos no Bolsa Família. O programa do Governo Federal é voltado para famílias com renda per capita de até R$ 140 por mês. Além disso, embora tenha sido reduzida de 34,6% para 18,3%, entre 1990 e 2010, a taxa de analfabetismo na cidade é quase o dobro da brasileira – 9,7%. Na Zona Rural de Goiana, o índice chega a 52%. O relatório ainda aponta que somente 24% dos domicílios têm rede de esgoto, e 60% despejam seus dejetos em fossas rudimentares. “São dois indicadores sociais que demonstram a pobreza na maior parte do município. É tão rico de um lado, com os investimentos, e tão pobre do outro”, ressaltou Tânia.

A população sente na pele o inchaço da cidade. Leni Maria do Nascimento, 41 anos, vive com o marido no assentamento Mussumbu desde 2002. Para sobreviver, participa do Bolsa Família e pratica a agricultura de subsistência. “Como agricultora, não recebemos auxílio do Governo. Além disso, não temos água encanada e precisamos tirar do rio que passa perto do assentamento. Não tem posto de saúde nem escola. A violência e o tráfico de drogas tem aumentado. Somos desprovidos de tudo”, contou. “A cidade está crescendo, mas não estamos preparados para receber esse povo”, opinou.


Em nota, Caixa Econômica nega relação com boato


Com o objetivo de dirimir as especulações de que teria algum tipo de relação com o boato sobre um provável fim do programa Bolsa Família, a Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou uma nota oficial, atestando que a flexibilização do saque do benefício fora da data que constava no calendário de pagamentos da principal ferramenta de assistência social do governo Federal. No texto, a CEF informa que todos os subsídios estavam assegurados e os assistidos seguem recebendo o mesmo tratamento da instituição.
Confira, abaixo, a nota:

A Caixa Econômica Federal afirma que não há qualquer relação entre a movimentação verificada a partir das 13 horas de sábado (18), em alguns estados (13 estados no total), e a flexibilização do saque do benefício do Bolsa Família fora da data prevista no calendário de pagamentos do Programa. Ao contrário, o fato de o calendário estar liberado evitou um problema maior caso as famílias não tivessem acesso ao seu benefício.

Diante dos acontecimentos do fim de semana, a preocupação do banco naquele momento era transmitir segurança e tranquilidade aos beneficiários de que os pagamentos estavam assegurados, além de evitar quaisquer outros fatos que provocassem o surgimento de novos tumultos, principalmente em razão das consequências danosas dos boatos. A partir de segunda-feira (20), o pagamento foi normalizado em todos os estados.

A CAIXA faz a gestão do programa Bolsa Família há dez anos. Em 2012, o banco realizou 156,1 milhões de pagamentos de benefícios do Programa, no valor de R$ 20,2 bilhões. No primeiro quadrimestre de 2013, foram pagos 52,2 milhões de benefícios, no valor de R$ 7,6 bilhões.

Em março deste ano, foi implantado o novo Cadastro de Informações Sociais, que conta com cerca de 200 milhões de número de inscrições, com o objetivo de aprimorar o sistema e controles.

Nesse processo, aproximadamente 700 mil beneficiários tiveram seu NIS (Número de Inscrição) unificado, fazendo com que aqueles que tivessem mais de um número de inscrição passassem a ter apenas um, valendo o NIS mais antigo.

Para garantir que esses beneficiários não estivessem impedidos de buscar os seus benefícios nas datas que usualmente tinham por referência, considerando o número que prevaleceu, foram adotas medidas operacionais de atendimento e acompanhamento dos saques.

As medidas adotadas visaram assegurar o pagamento aos beneficiários por meio dos cartões que já possuem, garantindo a facilidade do acesso do benefício às famílias. O comportamento das famílias observado ao longo de dez anos de gestão do Programa é de busca do pagamento do benefício na data do calendário.

Assim, foi implementada a flexibilização, provisória e temporária, para o início do calendário da folha do mês de maio, tendo como determinante o comportamento histórico da procura pelo saque dos benefícios e, principalmente, a premissa de sempre e necessariamente assegurar o acesso ao Bolsa Família, já que o Programa tem entre suas finalidades a transferência de renda para promoção do alívio imediato da pobreza.

Considerando que as condições de saque do programa são conhecidas pelos beneficiários, inclusive quanto à validade de 90 dias das parcelas mensais do Programa e que existe um comportamento habitual de procura mensal pelo benefício, no qual 20% a 30% das famílias não buscam o benefício na data prevista, não houve divulgação das medidas adotadas.

Tanto é assim, que não houve alteração da quantidade histórica de pagamento. Na sexta-feira (17), o volume de saques foi inclusive inferior ao mesmo período do mês anterior, com um total de 649 mil saques. Em abril de 2013, foram realizados 852 mil saques no primeiro dia do calendário. Portanto, os dados atestam a normalidade dos pagamentos realizados durante toda a sexta-feira (17) e também na manhã do sábado (18) em todos estados do país.
Somente em torno das 13 horas do sábado (18) é que se verifica o início da anormalidade de saques particularmente em alguns estados, quando também começaram a circular notícias sobre os boatos em relação ao Bolsa Família. Os demais estados mantiveram a normalidade dos pagamentos.

Os dados reforçam que não foi a flexibilização dos pagamentos que causou corrida às agências e canais de atendimento da CAIXA.

Para garantir o acesso aos benefícios e a integridade física das pessoas, o banco manteve o procedimento de disponibilizar os pagamentos durante o fim de semana, independente da data prevista no calendário de pagamentos.

O banco tem total interesse na apuração dos fatos e reafirma que aguarda as investigações da Polícia Federal em relação a origem dos boatos.


IBGE registra alta de 0,35% em 23 setores industriais


Agência Brasil (Rio de Janeiro) – A inflação de produtos na saída das fábricas, sem incidência de impostos e fretes, de 23 setores das indústrias de transformação subiu 0,35% em abril na comparação com março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgado hoje (28) mostra que a taxa foi superior à observada entre março e fevereiro (0,04%) e que, no acumulado no ano, ela chegou a -0,06%, ante -0,41% em março. Já o acumulado nos últimos 12 meses caiu, chegando a 5,48%, ante 6,65% em março.

Em abril, 18 das 23 atividades tiveram aumento nos preços, enquanto em março a alta da inflação atingiu 14 atividades. As atividades industriais que mais sofreram alta na taxa foram: farmacêutica (1,95%), borracha e plástico (1,43%), papel e celulose (1,31%) e têxtil (1,29%). As maiores influências foram outros produtos químicos (-0,09 ponto percentual), metalurgia (0,07 ponto percentual), borracha e plástico (0,05 ponto percentual) e máquinas e equipamentos (0,05 ponto percentual).

No acumulado deste ano, as atividades com as maiores variações foram: alimentos (-5,08%), têxtil (4,38%), borracha e plástico (3,04%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (2,95%). Os setores de maior influência sobre o acumulado no ano foram: alimentos (-1,03 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,31 ponto percentual), metalurgia (0,20 ponto percentual) e borracha e plástico (0,11 ponto percentual). Essa foi a primeira vez no ano, segundo a pesquisa, que a taxa no setor de alimentos subiu (0,16%) na comparação mensal, embora seja a menor taxa positiva de toda a série. 

Ainda segundo o IBGE, os preços das indústrias de transformação acumularam, em 2013, variação de -0,06%, o que se explica pelos resultados negativos de janeiro (-0,10%) e fevereiro (-0,35%). Esta é a primeira vez, na série, em que o primeiro quadrimestre do ano acumulou resultado negativo.

No acumulado dos últimos 12 meses (5,48%) as maiores variações foram: fumo (11,60%), bebidas (9,89%), borracha e plástico (9,18%) e outros produtos químicos (9,11%). As principais influências nesta comparação vieram de alimentos (1,11 ponto percentual), outros produtos químicos (0,98 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,92 ponto percentual) e borracha e plástico (0,34 ponto percentual).


Síria diz que decisão da União Europeia é “obstáculo”


Da Agência Brasil (Damasco) – A Síria criticou hoje a decisão da União Europeia de levantar o embargo da venda de armas aos rebeldes sírios, dizendo que a posição dos 27 países europeus constitui um “obstáculo” aos esforços internacionais para o fim do conflito naquele país. Em nota, o governo sírio acusou a União Europeia de “apoiar e encorajar os terroristas, fornecendo-lhes armas em uma violação da lei internacional e da Carta das Nações Unidas”. Na terminologia do regime de Damasco, a designação “terroristas” é aplicada aos movimentos rebeldes sírios.

Já o governo dos Estados Unidos elogiou a decisão da União Europeia de autorizar o fornecimento de armamento à oposição síria e criticou a venda de mísseis russos ao regime de Bachar Al Assad. No final de longas discussões, os ministros dos Negócios Estrangeiros europeus decidiram na segunda-feira à noite, em Bruxelas, levantar o embargo da venda de armas aos rebeldes sírios. No texto das conclusões da reunião, que se prolongou por 12 horas, os chefes de diplomacia da União Europeia sublinharam o compromisso dos 27 países de apenas fornecer “equipamento militar” para os rebeldes protegerem a população civil.

Em uma decisão muito dividida, a União Europeia deu luz verde aos seus Estados-membros para armarem a oposição síria, apesar do compromisso de não efetuarem qualquer envio de material militar até agosto para fornecer uma oportunidade às conversações de paz patrocinadas pelos Estados e Unidos e Rússia, previstas para junho em Genebra. 
Na ausência de um acordo unânime sobre a medida, o embargo europeu à Síria terminará no final de maio, final do prazo decidido há três meses. A partir desta data, os governos da União Europeia poderão decidir se pretendem fornecer armas aos rebeldes, apesar de nenhuma capital europeia ter admitido o início da entrega de armamento no curto prazo, incluindo o Reino Unido, que há meses pregava o fim do embargo.

A Rússia, que fornece armas legalmente ao governo sírio, foi um dos países da União Europeia que se posicionou contra o fim do embargo. Para Serguei Riabov, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, a União Europeia comete um erro ao levantar o embargo do fornecimento de armas aos rebeldes sírios.

“Vocês não podem dizer: e a Federação da Rússia? Primeiro, a Rússia fornece armas ao regime legítimo. Isto não é uma discussão abstrata, quais os poderes legítimos e porque é que eles têm direito a receber estes ou aqueles armamentos, mas a outra parte não tem direito”, disse. “Não se pode, por um lado, declarar o seu desejo de pôr fim ao derrame de sangue, e, por outro lado, injetar mais armamentos na Síria” .

O diplomata russo defendeu que o fornecimento de complexos de defesa antiaérea S 300 à Síria “é um fator estabilizador na Síria e travam as ‘cabeças quentes’ que defendem a participação de forças externas no conflito” .

* Com informações da Agência Lusa


terça-feira, 28 de maio de 2013

Homem desvia R$ 245 mil de conta do trabalho e depois some

Com o dinheiro, rapaz teria comprado um carro e utensílios domésticos


Bruno Campos/Folha de Pernambuco
Está sendo oferecida recompensa de R$ 5 mil pelo paradeiro de Sicley Alves

A polícia está à procura de um homem suspeito de ter aplicado um golpe no condomínio onde trabalhava há três meses, no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com os agentes, Sicley Alves Vasconcelos, de 36 anos, teria realizado a transferência de R$ 245 mil da conta bancária do trabalho para duas contas pessoais.

Segundo o titular da Delegacia de Estelionato, Romulo Aires, no último dia 14, Sicley fez duas transferências de R$ 100 mil, para duas contas bancárias em seu nome. No dia seguinte, ele transferiu mais R$ 45 mil. Após ter realizado as transações, o rapaz sumiu. Na semana passada, os policiais foram informados pelos proprietários do condomínio sobre o desfalque. A facilidade para cometer o crime se deu porque o suspeito trabalhava como assistente administrativo financeiro do condomínio.

Com a quebra do sigilo bancário, constatou-se que o valor retirado do condomínio foi transferido para duas contas no nome de Sicley, em bancos distintos. Cerca de R$ 175 mil já foi retirado da conta do suspeito. Ainda segundo o delegado, o rapaz efetuou a compra de um carro seminovo e de alguns eletrodomésticos.

Para ajudar a encontrar o suspeito mais rapidamente, os donos do empreendimento estão oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil a quem repassar alguma informação à polícia sobre o paradeiro de Sicley. As informações devem ser repassadas para o Disque-Denúncia por meio dos telefones 3421.9595, no Recife e Região Metropolitana, e (81) 3719-4545, no interior. É possível também realizar as denúncias pela internet. Basta acessar o www.disquedenunciape.org.br . O anonimato é garantido.


Servidores do município decidem manter greve


Os servidores reivindicam um reajuste salarial de 19,32% (Foto: Hesíodo Góes/Folha de Pernambuco)
Por Marília Neves
Do FolhaPE

Após os servidores da Prefeitura do Recife decidirem manter a greve, Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos da Administração Direta e Indireta da Prefeitura do Recife (Sindsepre) e representantes da atual gestão agendaram uma nova rodada de negociações para esta terça-feira (28). Em assembleia na manhã desta segunda-feira (27), os trabalhadores discordaram da contra proposta oferecida pela administração na última sexta-feira (24).


No encontro com a categoria, o Sindicato repassou a proposta da Prefeitura de repor a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 6,49%, a começar no mês de novembro. Os servidores reivindicam um reajuste salarial de 19,32%. Segundo a Secretaria de Administração do município, o percentual de 6,49% foi proposto para manter a proporção de 42,88% entre a despesa com servidores e a receita do município.

Além disso, na terceira rodada de negociações, também foram debatidos outros aspectos da campanha salarial, como a reivindicação do pagamento em dinheiro do vale-transporte, equivalência dos pisos ao salário mínimo e vale-refeição diário de R$ 22,25. As alterações seriam retroativas a 1º de maio, data-base da categoria.

A greve foi deflagrada na última quinta-feira (23), mas o setor cruzou os braços apenas nesta segunda, devido ao prazo exigido por lei de informar antecipadamente, em um prazo mínimo de 48 horas, sobre a intensão de paralisar as atividades. A assembleia aconteceu em frente ao Palácio Capibaribe.


Uma mulher espancada no Brasil a cada 15 segundos

Por Jayme Asfora*

Entre 1980 e 2010, 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil. A cada 15 segundos, uma mulher é espancada por homens no País. 7 em cada 10 mulheres em todo o mundo já sofreram algum tipo de violência física ou sexual. Existem cinco tipos de violência sofrida pelas mulheres: sexual, física, psicológica, moral e patrimonial. Esses são alguns dos dados alarmantes que o Instituto Maria da Penha (IMP) apresentou, na última semana, durante o encerramento do curso Defensores e Defensoras dos Direitos da Cidadania, realizado pelo IMP e Faculdade Guararapes, – que contou a presença da própria Maria da Penha, a personificação do combate à violência contra a mulher no Brasil. Além de todas essas informações, o IMP também nos trouxe uma outra questão que mostra o motivo de ainda termos que conviver com tragédias diárias contra as mulheres: 68% das que sofrem com todo tipo de violência não denunciam seus agressores por medo.

Conheci a cearense Maria da Penha Fernandes em 2007 – pouco tempo depois de assumir a Presidência da OAB-PE. Nosso encontro foi resultado do objetivo de colocar o tema da defesa dos direitos humanos – e, entre eles, o combate à violência de gênero – como uma prioridade da gestão. A partir daí, realizamos uma série de parcerias voltadas para a maior disseminação da Lei Maria da Penha. Segundo ela própria relatou, foi com esse trabalho que a OAB abriu as portas para essa tão importante causa – incluindo o apoio dado pela Seccional do Ceará para a criação do IMP. E o que posso dizer de Maria da Penha? Que ela é uma pessoa incansável. Apesar das dificuldades físicas resultantes da violência que sofreu do seu agressor, ela transformou seu revés em um sonho, em uma luta.

Maria da Penha percorre todo o País para mostrar o quanto precisamos estar atentos para que as mulheres tenham os seus direitos e a sua dignidade respeitados e garantidos. Ao contrário do que ocorre quando falamos em direitos humanos, a luta contra esse tipo de violência não é uma causa em prol de minorias. Isso porque, segundo o último censo, as mulheres representam a maioria da população brasileira. Mas, infelizmente, elas ainda representam uma parcela vulnerável. Na semana passada mesmo, tivemos o caso de uma mulher esfaqueada e morta pelo ex-companheiro, mesmo após ter prestado queixa contra ele. Essa situação mostra, claramente, que é preciso haver um esforço concentrado e a melhor capacitação dos agentes públicos para atuar nesses casos, objetivando impedir a repetição da história.

E tão fundamental quanto esse trabalho, é a conscientização da necessidade de que os agressores sejam denunciados. Sabemos que, muitas vezes, isso não acontece por medo. Os órgãos que atuam na defesa dos direitos da mulher têm feito um trabalho importante nessa área. É preciso ressaltar, por exemplo, os avanços realizados pela Secretaria Estadual da Mulher, comandada por Cristina Buarque. No início, havia 17 instituições voltadas para o segmento feminino, entre secretarias e centros de referência no Estado. Ainda este ano, esse número deve chegar a 150 unidades. O número de conselho de mulheres também aumentou e passou de nove para 30. Existiam ainda quatro Delegacias de Mulheres e hoje este total chega a nove.

No entanto, todos nós temos o dever de desenvolver o nosso papel neste processo. Conversando com familiares, amigas, colegas de trabalho, entre outras, podemos mostrar que a violência e os abusos não podem fazer parte do nosso dia a dia. É imprescindível enfatizar a importância da denúncia e apoiá-las nesse sentido. As estatísticas ainda mostram um triste quadro para a população feminina do País e mostram que Maria da Penha não é uma exceção. Cabe a nós mudar o futuro dessa história.

Jayme Asfora é vereador do Recife


Balança comercial tem superávit de US$ 461 milhões


Agência Brasil (Brasília) – A balança comercial voltou a apresentar superávit na quarta semana de maio. Do dia 20 a 26, o saldo positivo foi US$ 461 milhões. Na semana anterior ficou deficitária em US$ 47 milhões, após dois resultados semanais positivos. O superávit semanal é resultado de US$ 5,198 bilhões em exportações e US$ 4,737 bilhões em importações. No mês, o saldo acumulado segue positivo em US$ 1,518 bilhão. No ano, há resultado negativo acumulado de US$ 4,634 bilhões. Os números foram divulgados hoje (27) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A média diária das exportações na quarta semana ficou em US$ 1,04 bilhão, 1,8% inferior à da terceira semana. As vendas de semimanufaturados como açúcar bruto, celulose, óleo de soja, apresentaram crescimento de 50,4%. As vendas externas de produtos básicos apresentaram recuo de 11,5%, em função, principalmente, da soja em grão, minério de ferro, farelo de soja, carne bovina e fumo em folhas.

O comércio de manufaturados recuou 3,8%, em função de automóveis de passageiros, açúcar refinado, veículos de carga, óleos combustíveis e polímeros plásticos. No resultado mensal, a média acumulada das exportações até a semana passada foi US$ 1,053 bilhão, queda de 0,2% com relação à registrada em maio do ano passado. O principal recuo foi na venda de semimanufaturados, com destaque para ferro fundido, óleo de soja e ouro. 

As importações caíram 2,4% na semana passada ante a retrasada segundo, o critério da média diária, principalmente pela retração nos gastos com equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos. No mês, a média diária importada até a quarta semana foi US$ 964,1 milhões, 4,7% acima da média de maio de 2012, que foi US$ 920,6 milhões. Segundo o ministério, no período cresceram os gastos com adubos e fertilizantes (51,4%), aparelhos eletroeletrônicos (17,7%), instrumentos de ótica e precisão (12,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (9,8%) e automóveis e partes (6,8%).

De acordo com o ministério, a balança comercial deverá encerrar 2013 superavitária, com exportações em patamar elevado. No entanto, desde o início do ano, a balança apresentou um único superávit mensal de US$ 162 milhões, em março. O resultado dos meses restantes foi deficitário.


País cria 428,7 mil empresas no 1º trimestre do ano


Agência Brasil (São Paulo) – Mais de 428,7 mil novas empresas foram criadas no Brasil no primeiro trimestre deste ano, apontou levantamento feito pela Serasa Experian. Das 428.741 empresas criadas, mais da metade (65% do total ou 277.391 empresas) são microempreendedores individuais.

Do total de microempreendedores individuais surgidos no primeiro trimestre, a maior parte corresponde a empresas do ramo de comércio de confecções em geral, seguido pelo ramo de serviços de higiene e embelezamento pessoal e de reparação e manutenção de prédios e instalações elétricas.

Em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, o número de empresas criadas apresentou recuo de 4,1%. Para os economistas da Serasa, uma das explicações para o recuo é o reflexo do enfraquecimento da atividade econômica ao longo do ano de 2012.
O Sudeste é a região onde foi aberto maior número de empresas no trimestre, respondendo pela criação de 208.438 empreendimentos, ou 49% do total. Em seguida aparece a Região Nordeste, com 80.056 empresas criadas e a Região Sul, com 73.244.

A maior concentração de empresas criadas foi no setor de serviços, com o surgimento de 252.118 empresas, o que representa 59% do total. Em seguida aparecem as comerciais (135.180 novas empresas) e na área industrial (34.100). O restante – 7.343 empresas, são de outros setores, tais como financeiro.


Custo da construção sobe 1,24% em maio, diz FGV


(AE) – O Índice Nacional de Custos da Construção – Mercado (INCC-M) subiu 1,24% em maio, mostrando aceleração ante a alta de 0,84% de abril, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira, 27. A taxa ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções (0,70% a 1,25%) e acima da mediana (0,87%). No ano, o índice acumula avanço de 3,59%. Em 12 meses até maio, a alta acumulada é de 7,19%.

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,56% em maio, de 0,50% apurado na leitura do mês anterior. O índice relativo a Materiais e Equipamentos subiu 0,65% neste mês, ante 0,46% em abril, enquanto o referente a Serviços avançou 0,19% em maio, ante 0,67% em abril. O índice referente à Mão de Obra, por sua vez, subiu 1,88% no quinto mês ano. Em abril, a taxa havia sido de 1,15%. O INCC-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de abril e 20 de maio

Capitais

Três das sete capitais analisadas para o cálculo do INCC-M apresentaram aceleração no indicador na passagem de abril para maio. O índice geral passou de 0,84% para 1,24% no período.

As capitais que registraram aceleração foram Brasília (de 0,13% para 0,22%), Recife (de 0,11% para 0,17%) e São Paulo (de 0,30% para 2,09%). Salvador (de 3,89% para 0,27%), Rio de Janeiro (de 2,88% para 2,44%) e Porto Alegre (de 0,33% para 0,29%) registraram desaceleração e Belo horizonte manteve estabilidade, repetindo a marca de 0,13%.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Compesa realiza projeto social no Jordão, valorizando futebol de várzea


A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realiza, a partir deste sábado (25), um projeto social no bairro do Jardim Jordão. A Compesa espera, através do futebol, ajudar os jovens a escrever um novo capítulo para a comunidade.

A companhia patrocina uma escolinha de futebol capitaneada pelo pernambucano tetracampeão Ricardo Rocha e também entrega o Campo do Flamengo totalmente urbanizado e modernizado, com um parque infantil com balanço, gangorra, mesas para jogos de damas e xadrez e área verde.

Há mais de 40 anos o futebol faz parte da realidade do bairro do Jardim Jordão, que tem o Campo do Flamengo a principal opção esportiva e de lazer. Muitos moradores descobriram a sua paixão pelo futebol no campo, a exemplo do jogador da seleção brasileira, Ricardo Rocha. Antes de ser tornar uma estrela do futebol brasileiro, ele participou de vários campeonatos amadores no local.


Fonte:http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2013/05/25/compesa_realiza_projeto_social_no_jordao_valorizando_futebol_de_varzea_152088.php

Câmara debate a criação de piso salarial para médicos


Agência Brasil (Brasília) – Em discussão há quase 20 anos no Congresso, a criação de um piso nacional para os médicos voltou ao debate na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público com a análise do Projeto de Lei 2.750 de 2011, do deputado André Moura (PSC-SE). Pelo texto original, o valor mensal a ser pago aos médicos para uma jornada de 20 horas será R$ 9.000.

Segundo o texto, o valor deverá ser reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – (INPC) e cabeá à União ajudar os estados e municípios. Para o autor da proposta, o piso ajudaria, principalmente, as pequenas cidades a ter mais médicos. “Entendemos que o piso salarial para os médicos é mais do que justo por ser uma carreira tão importante porque, principalmente, salva vidas. Já fui prefeito duas vezes e sei o quanto é difícil manter um médico no município pequeno”, disse Moura durante audiência pública na Comissão de Trabalho.

De acordo com André Moura, a União tem a responsabilidade de amparar os entes federados. “Sabemos que atualmente 80% dos municípios brasileiros vivem dos recursos do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] e de ICMS.[Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. São poucos os que têm outras fontes de arrecadação. Nosso projeto prevê que compete à União prestar essa assistência financeira aos estados e aos municípios”, disse.

A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Trabalho, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça.


Modernização dos portos para competir com as nações amigas

Um dos atos marcantes na história econômica brasileira foi a abertura dos portos às nações amigas, decretada por D. João VI, ainda no Império, em 28 de janeiro de 1808. O ato significou a inserção de nosso país no comércio exterior. Outro marco deu-se em 1848, quando o Visconde de Mauá, patrono da Marinha Mercante, criou a Companhia de Estab elecimento da Ponta da Areia, em Niterói. De lá saíam os navios que operavam a navegação de cabotagem e também para as rotas internacionais.

 Em 1869, o governo do Império editou a primeira lei de concessão de portos à iniciativa privada, por meio do decreto 1.746, assinado por Joaquim Antão Fernandes Leão, ministro e secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. A medida foi coerente com a entrada em operação da ferrovia São Paulo Railway, ligando o Litoral ao Planalto (Santos-Jundiaí) e facilitando as exportações, em especial do café. Em 12 de outubro de 1888, mesmo ano em que proclamou a Lei Áurea, a princesa Isabel editou o Decreto de concessão (N.º 9.979), que autorizava o contrato com empresa privada para as obras de melhoramento do porto de Santos.

Essa breve retrospectiva histórica ilustra o decisivo papel dos portos, sua privatização e modernização para o avanço da economia brasileira. É de se lamentar, portanto, que, desde então, muito pouco tenha sido feito para que esses terminais se desenvolvessem na mesma proporção da demanda e das necessidades do comércio internacional brasileiro na era da globalização e da acirrada competitividade que a caracteriza. Por isso, apesar do processo legislativo truncado, foi importante a aprovação, no Congresso Nacional, da Medida Provisória dos Portos (595/2012).

A essência da medida, para que se entenda seu significado,  se expressa  nos novos critérios para a exploração e arrendamento à iniciativa privada dos terminais de movimentação de carga em portos públicos. A Lei dos Portos, de 1993, determina que a vencedora da licitação para arrendamento de um terminal será a empresa que pagar à União o maior valor pela outorga do serviço. A MP estabelece o critério da eficiência com menor tarifa. Ou seja, ganhará a licitação a companhia que garantir o maior volume de movimentação de carga pelo menor preço por tonelada. Outro aspecto importante é a possibilidade de terminais particulares passarem a atender cargas de terceiros, ampliando muito a oferta de serviços portuários, uma carência nacional. Que frutifiquem os investimentos de aproximadamente US$ 40 bilhões que se estima para os próximos anos, na esteira da MP.

Diante dessa medida modernizadora, é preciso, agora, apressar as reformas que o governo e o parlamento devem à sociedade, como a tributária, previdenciária, trabalhista, desburocratizante e providências garantidoras de mais segurança jurídica para os negócios. É fundamental equipararmo-nos à competitividade das melhores e maiores economias, num mundo onde as nações amigas têm custos logísticos e operacionais, impostos, juros e portos muito mais baratos do que os nossos, oferecendo às suas empresas diferenciais concorrenciais relevantes para enfrentar os nossos produtos no comércio global.

*Presidente da Trevisan Escola de Negócios, membro do Conselho Superior do MBC (Movimento Brasil Competitivo) e do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República).

Fonte:http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/edicaoimpressa/arquivos/2013/05/27_05_2013/0092.html

Nova “brecha” contra fidelidade partidária


Tribunal analisa migração para siglas em processo de fusão

BRASÍLIA (AE) - Uma consulta feita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a possibilidade de parlamentares migrarem para partidos em processo de fusão pode ser a última etapa para esvaziar por completo a regra da fidelidade partidária. Fixada pelo Judiciário em 2007, a fidelidade previa que o parlamentar que mudasse de partido sem justa causa perderia o mandato. Apesar de ter sido recebida como um avanço de costumes e fortalecimento dos partidos, os números mostram que a regra não pegou. 

Na legislatura passada, após o Supremo Tribunal Federal confirmar - em outubro de 2007 - que os mandatos pertenciam aos partidos, 38 deputados trocaram de legenda. Na composição atual da Câmara, desde 2011, já foram 70 os deputados que mudaram de partido. A maioria aproveitou-se da permissão para saída durante a criação de um partido, usada com sucesso pelo PSD, que amealhou 51 deputados federais. As brechas deixadas pela regra e o placar de cassações mantiveram o estímulo do troca-troca partidário. Até hoje, apenas um deputado federal infiel foi cassado pela Justiça: o paraibano Walter Brito Neto, que trocou o DEM pelo PRB. 

A consulta feita pelo deputado Sérgio Brito (PSD-BA) chegou ao TSE no início do mês e questiona se os parlamentares de determinado partido poderiam migrar para uma legenda formada pela fusão de outros dois partidos sem correrem o risco de serem cassados. No meio político, já foi anunciado que PPS e PMN se unirão para formar o MD - Mobilização Democrática. A dúvida sobre a possibilidade de cooptar parlamentares, porém, fez com que as legendas congelassem temporariamente a união. “Vamos esperar a resposta à consulta porque tiveram prefeitos e parlamentares que ficaram inseguros”, disse o presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP).

Essa nova brecha em análise no TSE se somaria a outras deixadas pelo Judiciário ao julgar a fidelidade partidária e que mantiveram vivo o troca-troca partidário. Conforme o julgamento de 2007, o partido poderia ir à Justiça pedir de volta o mandato do político infiel. Se não o fizesse, o Ministério Público poderia acionar o Judiciário. Entretanto, para que o mandato seja cassado, a legenda preterida pelo parlamentar precisa se dizer traída. Como parte das negociações políticas, isso não acontece. Em alguns processos, o partido é questionado, mas faz vistas grossas e diz não ter sido traído. Com isso, o parlamentar infiel mantém o mandato.

Recifense vai de carro até a esquina

As desculpas são muitas: calor, buracos nas calçadas, falta de segurança e vias mal iluminadas
Ed Wanderley

Chegou a hora de voltar do trabalho ou faculdade e você lembra que deve comprar pães: chegar em casa e aproveitar para "esticar as pernas", caminhando, ou fazer uma parada estratégica no caminho? E para ir à farmácia ou restaurante que ficam a duas ruas de distância, ou visitar um conhecido a três quadras de casa e etc? A resposta natural, e racional, seria aproveitarmos essas oportunidades para a "atividade física nossa de cada dia". Na prática, o recifense tende a optar pelo automóvel em todas essas situações. Comodidade, hábito, falta de tempo, intolerância às altas temperaturas ou simplesmente receio da falta de infraestrutura e segurança que as ruas da cidade podem oferecer. Por mais diversas que sejam as justificativas, elas revelam uma sociedade mais sedentária e menos conectada ao local onde vive. O resultado acaba sendo não apenas um crescente problema de mobilidade urbana, mas também de saúde pública que, pelos indícios, está longe de encontrar uma solução.

De acordo com uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o Nordeste é a região com o menor índice de pessoas fisicamente ativas do país (48%). Para o Doutor em Nutrição da Universidade de Pernambuco, Wagner Luiz Prado, a tendência é bastante forte na capital pernambucana, uma das menos ativas do Brasil. "Percebemos que a atividade acaba mais atrelada ao lazer. No cotidiano, as pessoas preferem a comodidade", explica.

A situação é tão alarmante que uma pesquisa desenvolvida na própria UPE mostra que o problema existe mesmo entre os universitários ingressantes em cursos de saúde, que deverão lidar profissionalmente com questões como obesidade, qualidade de vida e prevenção de doenças. Os resultados apontaram que menos da metade exercem exercícios físicos regulares e que uma média de 10% dos jovens de cursos como Educação Física e Enfermagem apresentavam sobrepeso. "As pessoas não entendem que a questão vai além da estética ou da preservação cardiovascular. Atividade física significa qualidade de vida", complementou.


Hilton Costa. Foto: Teresa Maia/DP/D.A.Press
"Prefiro ir trabalhar de ônibus"
- Hilton Costa

Segundo o presidente do Instituto Pelópidas Silveira, Milton Botler, foi criada, no Recife, uma cultura vulgar, mal vista no mundo inteiro, que torna as pessoas reféns do automóvel. "Isso é ruim para a saúde e para a própria cidade", explica. A "culpada" seria a sensação de insegurança em toda a cidade, fato que independe da própria criminalidade ou de infraestrutura. "É uma questão de 'percepção'. Se as pessoas não se sentem seguras acabam em uma cidade cujos prédios têm altos muros e seus moradores abandonam os espaços públicos. Os bairros em que as calçadas apresentam melhores condições de uso são justamente onde elas ficam mais abandonadas", avalia.

Contrariando o que parece ser uma maioria, Hilton Costa, 48, busca ao máximo evitar o uso do próprio carro. Apesar de residir no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e trabalhar no bairro da Boa Vista, no Recife, o publicitário estima que 80% de seus percursos sejam realizados a pé. "Planejo meu dia. Só uso o automóvel quando sei que vou me deslocar para longe e com pouco tempo. Prefiro ir trabalhar de ônibus. Nas áreas próximas ao centro, caminhando consigo chegar aos locais sem maiores atrasos e em menos tempo, sem preocupação com estacionamentos, que quase não existem", explica, com a simplicidade lógica dos poucos pernambucanos que fazem este tipo de trajeto por opção.